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Motocross

O motocross [motocrós],1 frequentemente abreviado para MX ou MotoX, é uma modalidade desportiva de motovelocidade praticada sobre motocicletas de estilo off-road. Se divide em várias categorias, como: arenacross, trial e enduro.Resumindo,este esporte é uma corrida com vários modelos e tipos de motos.

 

Campeões Nacionais[editar | editar código-fonte]

Maiores vencedores[editar | editar código-fonte]

O piloto catarinense Milton Becker, o Chumbinho, que já conquistou 14 títulos nacionais entre Motocross, Supercross e Ultracross, é o piloto em atividade que tem mais títulos, com 10 conquistas.

A Honda é a marca que tem mais títulos no Motocross, são 52, mas seu primeiro título só foi conquistado em 1981, nove anos após a primeira temporada do Brasileiro de Motocross. E a primeira conquista da Honda veio em dose dupla, nas duas categorias, 125 e 250. E também São Paulo, que é o Estado que mais títulos possui, teve sua primeira conquista em 1983 na categoria 250 e somente em 1987 na categoria 125. Na temporada 2008, a KTM conquistou, com o piloto rondoniense Rodrigo Selhorst, o primeiro título do Brasileiro de Motocross da marca na categoria MX2, antiga 125.

Pedro Bernardo Raymundo, o ‘Moronguinho’, que mora com a família em Garopaba, no litoral catarinense, é o piloto que tem a marca de ter vencido o maior número de títulos em anos consecutivos no Brasileiro de Motocross. Foram seis títulos seguidos na categoria 125 entre os anos de 1980 e 1985. O piloto que tem a segunda melhor marca neste quesito é Milton ‘Chumbinho’ Becker, que venceu por cinco anos seguidos, entre 2004 e 2008, na categoria MX3.

Moronguinho também é o piloto que mais vezes venceu em duas categorias numa mesma temporada. Foram cinco conquistas no mesmo ano, tanto na categoria 125, como na categoria 250. As temporadas que Moronguinho conquistou nas duas categorias no mesmo ano foram em 1976, 1980, 1981, 1982 e 1985.

E a Yamaha não conquista há 18 anos um título na categoria MX1, a principal do Motocross. O último campeonato vencido pela Yamaha nesta categoria foi em 1992, com o piloto catarinense Milton ‘Chumbinho’ Becker, que tinha o apoio da marca naquela temporada. A LEM conquistou em 2009, om o piloto Rodrigo Riffel, o seu primeiro título brasileiro de motocross na categoria 65.

As categorias 125 (atual MX2) e 250 (atual MX1) são as categorias que foram disputadas desde o início do campeonato Brasileiro de Motocross, sendo que as demais categorias, MX3, 85, 65 foram integradas no decorrer dos anos. Em 2007 começou a ser disputada a MXJR. Em 2008 a CRF230, e em 2009 a 50, foi integrada ao campeonato Brasileiro de Motocross Pró.

Já em 2010 aconteceu a criação do Campeonato Brasileiro de Motocross Júnior, com as categorias MX Júnior, MX Feminina, 50A e 50B. Na relação de campeões das categorias 65 e 85, constam neste histórico, por enquanto, somente das temporadas 2006, 2007, 2008 e 2009, enquanto que a 50 somente da temporada 2009, pois são os anos que estas categorias fizeram parte do calendário do Brasileiro de MX profissional.

Depois de várias temporadas onde os pilotos tinham que optar em correr por uma categoria apenas uma categoria, em 2007 a CBM liberou os pilotos da MX2 correrem também na MX1. E por isto um mesmo piloto não vencia nas duas principais categorias desde 1993, quando o paulista Gilberto ‘Nuno’ Narezzi foi campeão Brasileiro na 125 e 250. Somente 14 anos depois, na temporada 2007 é que o goiano Wellington Garcia foi campeão Brasileiro nas categorias MX2 (ex-125) e MX1 (ex-250), repetindo o feito na temporada de 2009, e agora em 2010 o americano Scott Simon também conquistou este feito de ser campeão tanto na MX1, como na MX2 numa mesma temporada.

Os Estados creditados aos pilotos referem-se aos Estados natais de cada um. Como, por exemplo ,o lendário Nivanor Bernardi, que morou por muitos e muitos anos, até falecer, em Campina Grande do Sul, cidade vizinha de Curitiba e que era filiado pelo Paraná. Mas ele nasceu no dia 30 de setembro de 1949, na pequena cidade de Apiúna, em Santa Catarina, e por isto seus títulos foram somados aos do Estado catarinense. E, na temporada de 2008, houve o caso do piloto Rodrigo Selhorst, que correu pelo Paraná, mas que é natural de Rondônia, na região norte do Brasil. Neste ano, o goiano Wellington Garcia correu pelo Estado de Rondônia, mas seus títulos foram creditados para o Estado de Goiás.

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